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terça-feira, 5 de outubro de 2010

Colibri



Estou vazia, sem inspiração, sem noite sem via

Estou vadia, queria, queria, a pausa pro seu dia

Estou passando por uma nuvem de ilusão ligeira

Estou querendo penas de colibri e não me enfear

Estou à pá de que carrego foice, e faca, no coração

Estou perpertuamente aconchegada, virtualizada

Estou patologicamente, remediada por você na paz



Riso Maria Dersu

1 comentário:

Riso Maria Dersu disse...

Passo para olhar seu lindo blog, logo encontro um poema meu. Fico feliz !