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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Perdidamente

Ela perdidamente

Perdia a mente

Dançava sem os pés no chão


Dança a ciranda de uma música

Que não soa mais

Como estrela que morre e ainda brilha


Ela ainda insisti em ver seu brilho morto


Sombras a iluminam

Iluminada estava

Dançando sem par


Dançou e cantou

No trago de um cigarro

Nas Nuvens de fumaça


Perdida

Seu palco era Sua Mente


Suavemente


Suava e soava

OS PASSOS cortantes


De um compasso sem contratempos

Hipnóticos e vislumbrados


Tocam sempre a mesma música

Oca


Pra ela alçar a voz da sua mente

Nesse ir e voltar

Como Dois pra lá

E dois pra cá


Plaina

Plena Mente


Plena
Que um dia, o brilho morreu

A fumaça perdeu sua luz


E cantou com sua voz própria

na música de Seus Passos.

Postado por Laís

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